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Contador Grátis Miguel Souto: Dezembro 2013

Quem sou eu

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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domingo, 29 de dezembro de 2013

THE WALKING DEAD - Crítica 4ª Temporada


Dados Técnicos:

A quarta temporada de The Walking Dead (AMC) foi lançada em 13 de outubro de 2013.
No total, tem 16 episódios. Até o momento (dezembro de 2013) foram divulgados na Net 08 episódios. O próximo só em fevereiro de 2014 (é árdua a
espera)!

Série baseada na história em quadrinhos de Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard; Desenvolvida por Frank Darabont, produzida por Kirkman, Scott M. Gimple, Gregory Nicotero e Gale Anne Hurd.



Sinopse:

Rick Grimes (Andrew Lincoln) e seu grupo, que tem novos integrantes, continuam na prisão, local seguro e produtivo. Infelizmente a felicidade não
dura muito, as ameaças externas persistem e o perigo surge até mesmo do lado de dentro das cercas. O lar do grupo e seu novo estilo de vida serão
continuamente testados, e sua luta para sobreviver torna-se ainda maior.



Crítica:

Há novos integrantes no grupo (remanescentes) resgatados da "cidade do Governador". Aos poucos o telespectador vai adaptando-se aos novos
rostos. Um deles, Zack (Kyle Gallner) é namorado da linda (Beth Greene - atriz Emily Kinney). O reconheci imediatamente diretamente de seu trabalho
em Smallville como Bart Allen (o garoto que corre em altíssima velocidade como Clark Kent). Infelizmente ele não sobrevive muito tempo. Falando exatamente disso, a cena em que o mesmo morre foi bem elaborada, um deleite ao telespectador com uma "chuva de zumbís" caindo do teto do armazém. A propósito: adorei a reação de Beth ao descobrir da morte de seu namorado: "Ele morreu? Pelo menos não precisei me despedir..." Essa reação beira a comicidade, cheguei a rir.

Há dois capítulos dedicados exclusivamente ao temível Governador (David Morrissey). Descuidado, com barba e cansado, é acolhido por uma família.
Sua ajuda e risco de morte em prol dessas pessoas, além do desvelo por uma pequena garota, nos dá a impressão de mudança em sua personalidade má. Obviamente tudo não passa de uma estratégia dos roteiristas para o telespectador se aproximar do personagem repugnante, e até inclusive sentir pena dele.

Devido a uma contaminação dentro da prisão, Glenn Rhee (Steven Yeun) quase perde a vida, ficando impossibilitado de lutar. O sempre generoso e solidário veterinário Hershel greene (Scott Wilson) tenta conter a infecção, e ironicamente não fica doente. Em tal circunstância, pensei que ele pegaria o vírus rapidamente.

O episódio "Too Far Gone", oitavo e último da primeira parte dessa temporada foi, na minha concepção, o melhor de todas as temporadas. Isso mesmo!
Acho que foi o melhor capitulo da história de The Walking Dead no AMC, sobretudo pela luta final e sangrenta entre o Governador e Rick - pura adrenalina!

A real natureza patológica do Governador torna-se incontrolável e explícita quando o mesmo degola covardemente Hershel (poderia ser Michonne!). É lamentável, apesar de inevitável, perdermos Hershel, sempre tão solícito, gente boa. Que pena. Detalhe: o momento da decapitação poderia ser melhor. Analisando a força aplicada pelo Governador no movimento com a espada, o pequeno corte lateral no pescoço não é compatível. Deveria ser muitíssimo mais profundo. Essa tomada me faz lembrar do intrigante filme The Seasoning House (2012) do diretor Paul Hyett, onde o ator Kevin Howarth faz o mesmo em uma garota, com uma faca. É a melhor, explícita e mais chocante tomada de perfuração/corte no pescoço que já vi no cinema até hoje. Absurdamente magnífica. Sem cortes, sem movimento brusco da câmera: vemos a lâmina perfurar todo o pescoço. 

Voltando a TWD, Governador defere vários golpes no pescoço de Hershel, separando a cabeça do corpo. Não gostei, pois o diretor optou em não expôr os golpes, nem focalizou a cabeça, demonstrou precaução para uma possível redução na faixa classificativa. Enfim o governador é surpreendido pela ágil espada de Michonne (Danai Gurira) - a maioria dos telespectadores e fãs da série sonharam com tal momento. Depois o vilão tem sua morte acelerada por tiros de sua namorada - que fim maravilhoso!

Vale destacar a tomada onde as pequenas e habilidosas garotas salvam Tyreese (Chad Coleman). Sinal de que foram bem treinadas e orientadas por Carol Peletier (Melissa McBride) que devido a dois homicídios foi largada por Rick em outra cidadezinha e, sinceramente, não fez muita falta, exceto para Daryl.

Nossos queridos amigos, incluindo o ranzinza e simultaneamente carismático, habilidoso e querido Daryl Dixon (Norman Reedus) são obrigados a deixar seu destruído refúgio.

Adorei a atuação do ator Chandler Riggs na pele do filho de Rick, ao perceber que sua irmãzinha sumiu e provavelmente morreu, atirando frenética e desesperadamente num zumbi. Há, sim, alguns anos se passaram, e ele está maior e com a voz grave.

Detaques sensuais: a loirinha Emily Kinney e a atriz Lauren Cohan que interpreta Maggie Greene.

The Walking Dead, a melhor série de zombis já produzida!


Texto e pesquisa:
Miguel Jr Arts

Imagem:
Divulgação Net

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ALMOST HUMAN - Crítica

Essa é uma novíssima série de ficção científica para quem gosta de tecnologia futurística e ação policial.


Sinopse:

O ano é 2048. A cidade é Los Angeles. Há muitos crimes, violência, atentados. A polícia adota a estratégia de usar duplas de policiais humanos e androides. O policial John Kennex (Karl Urban) sofre um ataque, fica em coma por 17 meses e perde seu parceiro e o resto de sua equipe. Com sua perna mecânica implantada, volta à ativa, e deve combater o crime ao lado de um androide.


Dados Técnicos:

Série produzida por J.J. Abrams, ou Jeffrey Jacob Abrams, que criou e produziu "Lost", "Fringe" e dirigiu os filmes "Mission: Impossible III", "Star Trek" e "Super 8", dentre outros.

Estreou em Novembro de 2013 no canal Fox dos EUA.
Produção da Warner Brothers TV e Bad Robot Productions (empresa de Abrams).
No elenco principal estão os atores Karl Urban e Michael Ealy.



Crítica:


O futuro apresentado parece ser bastante crível, embora pudesse ser mais ousado. Por exemplo: os carros continuam sendo dirigidos por humanos, e em solo - geralmente espera-se veículos guiados por sistema computadorizado, voando em redes complexas de 'aero vias'; e ainda utiliza-se aparelho celular, ao invés de, na minha opinião, um possível dispositivo com holograma de implantação subcutânea - algo que utilizei em meu roteiro: 2118: Recomeço.

O destaque na série fica exatamente nas tecnologias apresentadas. Há dispositivo com explosão de DNA para contaminação de cena de crime, há aquele que impossibilita a identificação dos rostos por câmeras de segurança, fazendo-os brilhar, hologramas, e claro, os androides, que dispõem de 'visão de raio-x ' e são tão humanos quanto nós.

Karl Urban incorpora bem o policial durão e um pouco egocêntrico John Kennex com enorme histórico de traumas. Ele odeia os androides por serem técnicos e ásperos, principalmente o androide 785. É justamente um desses modelos que ele recebe após sua volta à corporação.  Indignado, abre a porta de seu veículo em movimento e o joga. O mesmo é atropelado por um caminhão (tomada muito bem elaborada, próxima à um atropelamento real).

O belo ator Michael Ealy faz o papel de Dorian, um androide de uma linha obsoleta, que possui uma alma sintética. De todos os personagens da série, é o mais carismático e cativante. Embora mantenha o padrão comum de tomada de decisões baseadas na lógica e em números, infringe deliberadamente seus próprios conceitos, errando como os humanos. Suas emoções são visíveis e quase humanas.

Sempre há entre uma ação e outra, um pequeno espaço para uma comédia contida sempre envolvendo o descontraído Dorian e o rígido John.


Série ainda no sexto episódio, mas muito boa. Recomendo.                                                                    

                                                                                                                  

                                                Texto e Pesquisa:
                                                    Miguel Jr Arts 

                                                         Imagem:
                                                   Divulgação Net

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL - tirinha crítica

Natal, festa pagã adotada e imposta pela igreja católica. Acho interessante o fato de reunir a família, entretanto, tão somente isso. Papai Noel, renas, árvores de Natal, jingles, pisca-piscas, tudo invenções, tradições e estratégia de Marketing, alavancando as vendas através de pressão social imposta. 

Vale lembrar que até o (suposto!) nascimento de Jesus pode ser uma estratégia da Igreja Católica na História, aproveitando-se dos Solstícios e festas inerentes a agricultura/clima.

Gostaria de encontrar esse Papai Noel :)

Há, Feliz Natal, consciente!

sábado, 14 de dezembro de 2013

VICTOR E VICTÃO COSMONAUTAS - 008

Oitava tirinha Victor e Victão Cosmonautas - homenagem aos grandes nomes! 
As imagens inseridas estão acessíveis a todo público pela internet. Enjoy!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

VICTOR E VICTÃO COSMONAUTAS - 007

Sétima tirinha da série Victor e Victão Cosmonautas. A propósito: camisinhas do governo são muito confiáveis! Enjoy.